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Contracepção seria ação mais barata contra aquecimento global, afirma estudo

Pesquisa britânica diz que custo seria um quinto do estimado para transição rumo a energias verdes.

O controle de natalidade seria a forma mais barata de se reduzir emissões de carbono no futuro – exigindo quase um quinto dos custos de uma transição para tecnologias “verdes” -, segundo o relatório Fewer Emitters, Lower Emissions, Less Cost (”Menos Emissores, emissões mais baixas, custo menor”, em tradução livre), da London School of Economics.

O estudo foi encomendado pela organização não-governamental britânica Optimum Population Trust (OPT), que defende a estabilização e redução gradual da população mundial e deve ser distribuído às delegações que participarão da reunião das Nações Unidas (ONU) sobre o clima de 7 a 18 de Dezembro/09, em Copenhague.

‘HÁ 10 MIL NOVOS EMISSORES DE CARBONO POR HORA, 1,5 MILHÃO POR DIA, 80 MILHÕES POR ANO’

O presidente da OPT, Roger Martin, disse à BBC Brasil que as conclusões do estudo justificam a inclusão do assunto controle de natalidade nas discussões da ONU sobre mudança climática. Atualmente, o assunto nem sequer entra na agenda de negociações.

“A questão da população está circulando há tempos. Todos (os negociadores) estão conscientes, na hora do café, nos bastidores, de que é impossível ter uma redução radical nas emissões de carbono acompanhada de um aumento radical no número de emissores”, afirmou.

‘Tabu irracional’

Para o ex-diplomata britânico, um dos fundadores da ONG que reúne ainda personalidades como o naturalista Richard Attenborough e o cientista James Lovelock, entre outros, o assunto só não é discutido oficialmente porque é “tabu”.

SEGUNDO A ONU, CERCA DE 40% DOS CASOS DE GRAVIDEZ NO MUNDO SÃO INDESEJADOS

“Por motivos de um tabu totalmente irracional, isso nunca é mencionado, nunca é abordado e, por isso, há 10 mil novos emissores de carbono por hora, 1,5 milhão por dia, 80 milhões por ano.”

Martin reconhece que os maiores emissores são os moradores de países ricos, que “têm de reduzir o seu consumo per capita”, mas afirma que tanto ricos quanto pobres precisam atacar de frente o problema populacional.

O documento é uma análise da relação custo/benefício entre investimentos em métodos contraceptivos para incentivar o planejamento familiar. De acordo com a ONU, cerca de 40% dos casos de gravidez no mundo são indesejados.

Partindo dessa premissa, o estudo da OPT calcula que até 2050, 34 gigatoneladas (bilhões de toneladas) de emissões de dióxido de carbono (CO2) deixariam de ser emitidas no planeta, o equivalente a quase seis anos de emissões atuais dos Estados Unidos e 60 anos das emissões britânicas.

Preço por tonelada

Na análise de custos, chegou-se à conclusão de que cada US$ 7 investidos em controle de natalidade nos próximos 40 anos, reduziriam as emissões globais de CO2 em mais de uma tonelada.

CADA US$ 7 INVESTIDOS EM CONTROLE DE NATALIDADE NOS PRÓXIMOS 40 ANOS REDUZIRIAM EMISSÕES GLOBAIS DE CO2 EM MAIS DE UMA TONELADA

A pesquisa compara a esse valor o preço calculado por um estudo recente da consultoria McKinsey sobre o custo da transição para uma chamada economia de baixo carbono, ou seja, baseada em fontes de energia de baixas emissões, estimado em US$ 32 por tonelada (em 2020).

Neste cálculo entram todos custos de implantação de fontes sustentáveis como turbinas eólicas, painéis solares, energia geotérmica, carros elétricos e híbridos, instalação de equipamentos para sequestro e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) em usinas termoelétricas a carvão e biocombustíveis.
Já o cálculo do estudo da OPT considera apenas o investimento necessário para atender a demanda não atendida de cerca de 200 milhões de mulheres que engravidam indesejadamente todo o ano.
O relatório cita um levantamento da ONU, que afirma que se essas mulheres tivessem acesso a métodos de contracepção, o número de partos no mundo cairia 72%, o que reduziria as expectativas de população mundial em 2050 em meio bilhão de pessoas.

Com isso, destaca a OPT, seriam vividos 12 bilhões de “anos-pessoa” (consumo de uma pessoa durante um ano) a menos, reduzindo a estimativa das projeções atuais de 338 bilhões para 326 bilhões de anos-pessoa.

Fonte: G1 Ciência e Saúde

Campanha do Greenpeace mostra presidentes envelhecidos desculpando-se

Lula
Novembro de 2009 – Aeroporto Internacional de Copenhague, Dinamarca.

Na intenção de conseguir resultados positivos quanto a preservação do nosso planeta, o Greenpeace teve uma boa sacada fazendo uma projeção para daqui 20 anos, no caso de nós não começarmos a agir de maneira sustentável.

Muito inteligente a campanha. Confiram as fotos:

Polo magnético da Terra está mudando de lugar

O Norte Magnético do nosso planeta está lentamente se movendo cerca de 60 km por ano em direção à Rússia – e nenhum cientista sabe explicar exatamente por que isso acontece. Arnaud Chulliat, geofísico do Instituto de Física do Globo de Paris, afirma que existe uma misteriosa força magnética que está empurrando o Norte magnético para um novo local. Segundo o pesquisador, a força vem do fluxo do centro ferro derretido que forma nosso planeta, de onde surge o campo magnético.

polosEnquanto isso, cientistas têm evidências de que o centro magnético do planeta se inverte a cada 300 mil anos (norte vira sul, sul vira norte). O detalhe é que a última mudança ocorreu a cerca de 780 mil anos, o que pode significar que uma nova mudança é iminente. Cientistas já descobriram que a força do campo magnético do planeta diminuiu muito nos últimos dois séculos – um fato que faz com que alguns especialistas acreditem que o campo poderia desaparecer completamente nos próximos mil anos. Outros cientistas acreditam que isso se deve simplesmente a flutuações no campo.

Se a primeira teoria se concretizar, o processo terá conseqüências catastróficas sobre a civilização humana e à natureza. Sem um campo magnético, nada nos protegerá das radiações que vêm do espaço, e o clima ficaria completamente maluco – e o sol queimaria todos os nossos serviços de navegação e de comunicação, além de fritar todos nós. Além disso, milhares de espécies animais que migram ficariam completamente perdidas, o que afetaria várias cadeias alimentares em todo o mundo.

Fonte: National Geographic

PepsiCo dará prêmio de U$ 5 mil para idéias de conservação da água

aguaA Divisão Bebidas da PepsiCo, em parceria com Young Americas Business Trust, lança o Eco Challenge, um concurso cultural que irá premiar duas equipes da América Latina com U$5 mil cada. Para levar o prêmio, basta criar soluções criativas com foco na redução e melhor aproveitamento do consumo de água.

Pelo site www.pepsi.com.br será possível visualizar o banner do concurso que direciona para uma página com todas as informações necessárias para participar. Podem concorrer equipes de 3 a 10 pessoas entre 13 e 36 anos. Os interessados podem encontrar o calendário de etapas do concurso, informações sobre a importância da redução do consumo de água e também sobre como enviar suas idéias para a preservação desse recurso natural no site da Pepsi ou em www.ticamericas.net

Há duas modalidades de participação: criar uma mecânica para um videogame educativo sobre a conservação da água ou um projeto inovador e economicamente viável de fornecimento de água limpa para comunidades carentes de recursos hídricos e/ou de água potável.

O objetivo é incitar a reflexão sobre o tema água. A opção vencedora, além de ganhar o valor em dinheiro, também terá a sua criação desenvolvida e disponibilizada na internet de forma gratuita.

Mais do que o prêmio, o objetivo desse desafio é discutir a importância da conservação desse bem natural com reservas finitas, aproximando as novas gerações dessa discussão – por isso todo o processo envolveu o ambiente online. Com as idéias em mãos, um júri formado por profissionais de diversas áreas e empresas se reunirá em abril para definir os vencedores desta 4ª edição do concurso.

O apoio da PepsiCo ao projeto vai ao encontro da sua visão de negócio – cujo lema é “Performance com Propósito”—e do seu compromisso com a sustentabilidade.

As inscrições já podem ser feitas pelo site pepsi.com.br e o prazo final para inscrições é 1º de  março de 2010. A festa de premiação das duas melhores idéias acontecerá nos dias 03 e 04 de junho, em Lima, no Peru. Esta é a quarta edição do concurso que já reuniu mais de 8 mil participantes de 64 países.

Fonte AdNews

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